segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
NADA DE TEMOR!
15/05/2011 13h44 - Atualizado em 15/05/2011 15h15
Tremor de 6 graus atinge Atlântico a 1,2 mil quilômetros da costa brasileira
De acordo com especialista da UnB, não há risco de tsunami.
Terremoto não foi sentido em Fernando de Noronha, nem em Natal.
Debora Santos e Mário Barra Do G1, em Brasília e São Paulo
A primeira versão do título reportagem informava que a distância do epicentro em relação à costa brasileira era de "1,2 km", quando o correto é "1,2 mil quilômetros". O erro foi corrigido.
O abalo no mar foi verificado pelo centro de pesquisa geológica norte-americano numa profundidade de 9 km, abaixo do fundo do mar. O local fica a 415 quilômetros do arquipélago de São Pedro e São Paulo e tem histórico de instabilidade, por estar acima de uma falha geológica. A Marinha do Brasil ainda investiga possíveis impactos na região.
Segundo o professor do Instituto de Geociência da Universidade de Brasília (UnB), João Willy Correa Rosa, o terremoto não representa risco de tsunami, porque ocorreu em um local de águas profundas.
“Há ali no oceano uma coluna de água de mais de 4 mil metros. Para haver tsunami seria preciso um sismo mais forte e mais próximo da costa. Tem que ter determinadas características de como a rocha é rompida. O tsunami só ocorre em determinadas ocasiões. É uma exceção”, disse o especialista do Observatório Sismológico da UnB, em Brasília.
O tremor, na avaliação do especialista, é considerado de médio a grande impacto, mas se comparado com o histórico da região pode ser classificado como normal. "É um sismo com magnitude esperada para essa região e que ocorre a cada 5 anos num raio de 5 mil km", disse Rosa.
O professor explica ainda que a falha geológica fica entre as placas tectônicas Africana e da América do Sul. Segundo ele, há um movimento constante de separação dessas placas, o mesmo que provoca um afastamento de em média 10 centímetros por ano entre os dois continentes.
sábado, 14 de maio de 2011
DOMINGO DO BOM PASTOR!
O BOM PASTOR...
“E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.” (I Pedro 5.4).
“Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10.11).
No dia 15 de maio, comemora-se o Dia do Pastor. Mas o que é ser um pastor? A Palavra de Deus diz que pastor é aquele que cuida das ovelhas e diz que Jesus é o Sumo Pastor.
Pastor é aquele que zela que procura o bem estar, que escuta que quer bem.
Pastor é aquele que não mede esforços para ir atrás, apenas de uma ovelha do rebanho que tenha se perdido.
Pastor é aquele que muitas vezes se priva de prazeres comuns, em prol da ovelha. Que doa seu tempo, sua vida e até mesmo seu dinheiro.
Pastor é aquele que muitas vezes trás a marca da dor pela perda de um irmão querido e na face sobriedade que possa consolar aqueles dele esperam tirar forças.
Pastor é aquele que muitas vezes sufoca o gemido é amigo e pra muitos é pai!
O pastor procura ser o exemplo dos fiéis, procura ser justo e nunca ser instrumento de peso para a ovelha.
O pastor sabe que a recompensa pelas noites mal dormidas, pelos aconselhamentos, pelas privações financeiras... Vem do Senhor.
O pastor AMA as ovelhas e por isso se doa por elas. O pastor reflete Jesus!
Dentre tantos personagens bíblicos citados na Bíblia que exerceram o pastoreio, podemos citar o pastor de uma grande igreja – Moisés.
A Palavra de Deus relata que ele foi o homem mais manso da terra, no entanto frente à obstinação de um povo rebelde, teve uma atitude precipitada que lhe impediu de entrar na terra prometida.
Mais adiante no episódio do Bezerro de Ouro, Moisés intercedeu pelo povo junto ao Senhor e num ato de amor extremo, disse ao Senhor que preferia que o seu nome fosse tirado do livro da vida, a ver o povo dizimado! (Cf.. Êxodo 32.32).
Moisés amou o povo! Jesus o Sumo Pastor amou a humanidade e se entregou por ela! A pessoa que vive verdadeiramente o chamado pastoral é capaz de dar sua própria vida pela ovelha!
Por isso e tantas outras qualidades atribuídas aos verdadeiros pastores, não apenas felicitações, mas gratidão!
Senhor Te louvou pela vida de homens e mulheres de Deus que doam as suas vidas em prol das boas novas e de suas ovelhas. Guarda-os, ó Pai, do perigo e prospera-os, para o louvor do Teu nome. Porque aquele que é chamado pastor, bem como as responsabilidades atribuídas é precioso aos Teus olhos. Pedimos que proteja também suas famílias e que as bênçãos mais doces, mais especiais lhe sejam atribuídas.
Louvo-Te porque um dia nos enviastes o Sumo Pastor das nossas almas para nos salvar e nos libertar.
Louvo-Te porque um dia nos enviastes o Sumo Pastor das nossas almas para nos salvar e nos libertar.
Em nome d'Ele - Jesus Cristo, oramos
Amém.
CNBB LOCUTA, CAUSA FINITA EST!
Cúpula da CNBB quer diálogo com o governo
Publicação: 14 de Maio de 2011 às 00:24
Aparecida (AE) - O novo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, afirmou ontem em Aparecida (SP), ao tomar posse ao lado do vice-presidente, Dom José Belisário da Silva; e do secretário-geral, Dom Leonardo Ulrich Steiner, que a Igreja manterá o diálogo com o governo e apoiará projetos de interesse da sociedade, mas não deixará de levantar a voz em defesa dos direitos fundamentais do homem - a começar pelo direito à vida, em todas as suas dimensões.
“A Igreja tem uma missão própria e religiosa de anunciar o Evangelho, mas deve acompanhar os projetos do governo e, se for necessário, dar sua opinião sobre eles, do ponto de vista ético”, disse Dom Damasceno. “Nossa relação com o governo deve ser positiva, colaborando naquilo que for para o bem do povo, do cidadão”, afirmou o Arcebispo de Aparecida.
A nova presidência da CNBB terá uma reunião em julho com os membros das 12 comissões episcopais pastorais, também eleitas em Aparecida, para analisar e colocar em prática as diretrizes aprovadas para a ação da Igreja nos próximos quatro anos. O vice-presidente, Dom Belisário, adiantou que elas se resumem em cinco pontos: com ênfase na dimensão missionária. Esse esforço missionário vai buscar novos fiéis e investir na volta dos católicos batizados que abandonaram a prática religiosa.
“A Igreja tem uma missão própria e religiosa de anunciar o Evangelho, mas deve acompanhar os projetos do governo e, se for necessário, dar sua opinião sobre eles, do ponto de vista ético”, disse Dom Damasceno. “Nossa relação com o governo deve ser positiva, colaborando naquilo que for para o bem do povo, do cidadão”, afirmou o Arcebispo de Aparecida.
A nova presidência da CNBB terá uma reunião em julho com os membros das 12 comissões episcopais pastorais, também eleitas em Aparecida, para analisar e colocar em prática as diretrizes aprovadas para a ação da Igreja nos próximos quatro anos. O vice-presidente, Dom Belisário, adiantou que elas se resumem em cinco pontos: com ênfase na dimensão missionária. Esse esforço missionário vai buscar novos fiéis e investir na volta dos católicos batizados que abandonaram a prática religiosa.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
A FORÇA DOS NOSSOS BISPOS!
CNBB questiona direito do STF sobre união gay
Publicação: 12 de Maio de 2011 às 00:07
Aparecida - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) questiona a competência do Supremo Tribunal Federal (STF) para decidir quanto à união entre pessoas do mesmo sexo, por entender que a atribuição de propor e votar leis é do Congresso Nacional, cabendo ao governo o dever de garanti-las. “Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal”, afirma uma nota aprovada na 49ª Assembleia Geral do episcopado, reunida em Aparecida.”Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza”, acrescenta o texto.
Depois da ressalva de que “as pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração”, os bispos advertem que as uniões estáveis entre homossexuais “não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementariedade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos”.
Um dos redatores da nota da CNBB, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, explicou que, ao se pronunciarem sobre a decisão, os bispos cumprem o dever de pastores de orientar os féis, de acordo com a doutrina da Igreja. “Da mesma maneira que respeitamos aqueles que defendem a união homoafetiva, esperamos que respeitem a nossa posição”, disse o bispo.
Depois da ressalva de que “as pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração”, os bispos advertem que as uniões estáveis entre homossexuais “não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementariedade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos”.
Um dos redatores da nota da CNBB, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, explicou que, ao se pronunciarem sobre a decisão, os bispos cumprem o dever de pastores de orientar os féis, de acordo com a doutrina da Igreja. “Da mesma maneira que respeitamos aqueles que defendem a união homoafetiva, esperamos que respeitem a nossa posição”, disse o bispo.
terça-feira, 10 de maio de 2011
MEMORARE, O piissima Virgo Maria, non esse auditum a saeculo, quemquam ad tua currentem praesidia, tua implorantem auxilia, tua petentem suffragia, esse derelictum. Ego tali animatus confidentia, ad te, Virgo Virginum, Mater, curro, ad te venio, coram te gemens peccator assisto. Noli, Mater Verbi, verba mea despicere; sed audi propitia et exaudi. Amen.
FETOS ANENCÉFALOS?
Você é a favor ou contra o aborto de fetos anencéfalos?
Não! Para começo de conversa poderíamos perguntar quem é o anencéfalo? Literalmente, anencefalia significa ausência de encéfalo. Essa definição e falha, uma vez que o encéfalo compreende, alem do cérebro, o cerebelo e o tronco cerebral. Os bebês anencéfalos, embora não tenham cérebro, ou boa parte dele, têm o tronco cerebral funcionando. O tronco cerebral é constituído principalmente pelo bulbo, que é um alongamento da medula espinhal. Controla importantes funções do nosso organismo, entre elas: a respiração, o ritmo dos batimentos cardíacos e certos reflexos (como a deglutição, o vomito, a tosse e o piscar dos olhos).
Comparemos a anencefalia com a calvície. Se pudermos definir, grosso modo, anencefalia como “ausência de cérebro”, poderia definir calvície como “ausência de cabelos”. Mas os homens calvos não têm realmente cabelos? Nem mesmo um fio de cabelo? Em geral, os calvos têm cabelos, mas em pouca quantidade.
Tentemos então redefinir a calvície. Ela não é mais a “ausência de cabelos”, mas presença de poucos cabelos. Agora vem a pergunta chave: qual o numero máximo de cabelos que alguém pode ter para ser enquadrado na categoria dos calvos? Cem fios? Duzentos fios? Mil fios? Qual o número que divide aos calvos dos não-calvos?
Nota-se que a resposta é impossível. Pode-se, porém, recorrer à genética, e dizer que calvo é aquele que apresenta o gene da calvície, mesmo que os cabelos ainda não tenham começado a cair.
Quanto à anencefalia, é impossível recorrer à genética para definir um anencéfalo. Não se reconhece um gene responsável pela anencefalia. Ao que tudo indica, ela é uma má-formação adquirida, e não congênita. Assim, como definir a anencefalia? Ausência total do cérebro, ou ausência de uma parte considerável do cérebro? Qual é a máxima parte do cérebro que pode estar presente em um bebê para que ele seja ainda considerado anencéfalo? Essa pergunta simplesmente não tem resposta. Alguns autores têm proposto o uso do termo “meroancefalia” para exprimir a ausência parcial do encéfalo.
Constitui simplismo dizer que antecipação da morte do bebê anencéfalo, por si só, traria um alivio para a mãe. Lamentavelmente, o que costuma ocorrer é que, após um exame medico, a mãe se vê literalmente coagida a abortar. Dizem-lhe que ela não tem um filho, mas um monstro; que a criatura que ela carrega é repugnante; que não faz sentido esperar o nascimento, pois a morte é iminente; que a indicação “médica” para o caso é a “interrupção da gravidez”
Com essa enxurrada de frases chocantes, o entendimento e a liberdade de gestante ficam seriamente comprometidos. Muito melhor seria se a equipe da saúde fosse treinada para demonstrar àquela mãe o quanto sua criança, por ser gravemente doente precisa ser amada, e o quanto cada instante é preciso na transmissão do amor, uma vez que a expectativa de vida é pequena. E é bem melhor ter o trauma de uma morte natural, dando uma digna sepultura para seu bebê, do que ter a consciência pesada por toda a vida por ter jogado uma vida humana “na lata do lixo”.
Podemos citar a conclusão do Comitê de Bioética do Governo Italiano, totalmente oposta à Resolução 1.752/2004 do CFM brasileiro: “o anencéfalo é uma pessoa vivente e a reduzida expectativa e vida não limita os seus direitos e a sua dignidade. A supressão de um ser vivente não é justificável mesmo quando proposta para salvar outros seres de uma morte certa”. Estamos diante de um típico argumento eugenista. Por uma questão de precisão vocabular, a CNTS, autora da ADPF 54 deveria então trocar a recém criada sigla ATP (“antecipação terapêutica de parto”) pela expessão correta: aborto eugênico.
Pe. Edson Costa Galvão
TRANSPLANTE DE ORGÃOS!
Uma vida que se faz dom: o transplante de órgãos
(2ª parte)
Avaliação moral
Transplante autoplástico não oferece qualquer problema moral desde que se verifique a reta aplicação do principio de totalidade.
Igualmente os transplantes autoplásticos são inteiramente lícitos desde que não produzam uma alteração da personalidade e se tenha, a nível médico, suficiente segurança de êxito.
Relativamente aos transplantes homoplásticos, distinguimos:
De vivo: Quando se trata de transplantes de uma parte do corpo que não afeta substancialmente o organismo na sua funcionalidade, não oferece qualquer problema ético. Quando, porém, se trata da doação de órgãos inteiros, a problemática é mais complexa e delicada. Uma reta avaliação moral deve ter em conta a tensão entre principio de indisponibilidade fundamental da pessoa humana e o de solidariedade, princípios complementares. A justa interpretação da tensão entre os dois princípios concretiza-se na verificação das seguintes condições: que o doador o faça em plena liberdade, isto é, sem qualquer coação moral ou legal e devidamente informado dos possíveis riscos que poderá correr; que as funções essenciais do organismo do doador não sofram grave dano; que o receptor do órgão seja devidamente informado dos riscos que poderá correr, sem qualquer engano ou manipulação. Além destas condições essenciais, exige-se que se trate de verdadeira necessidade ou urgência de transplante e que, medicamente, se tenha suficiente segurança de êxito.
Verificadas estas condições, os transplantes homoplásticos de vivo podem considerar-se eticamente lícitos.
De morto: A problemática apresenta aspectos diferentes. De fato, com a extirpação de um órgão de um corpo morto não se lesa qualquer direito propriamente dito: o cadáver já não é, no verdadeiro sentido da palavra, sujeito de direitos; não se lesa nenhum bem pessoal: bens eram todos os elementos constitutivos do corpo quando davam a sua contribuição ativa e vital ao ser.
O primeiro aspecto a ter em conta, neste tipo de transplante, é a vontade do falecido. Seria, de fato, inaceitável, sob o ponto de vista ético, a extirpação de qualquer órgão para futuro transplante, se o falecido tivesse declarado previamente a sua total indisponibilidade para qualquer doação de órgãos. Igualmente poderia ser reprovável eticamente a extirpação de um órgão para transplante, se tal órgão fosse determinante, no exame médico-legal, para apuração da verdade relativa a responsabilidades de quem interveio em tal morte ou até mesmo os direitos de terceiros. É o caso, por exemplo, de haver certeza, ou pelo menos suspeita, de morte violenta por ação criminosa. Se o falecido não manifestou previamente oposição a recolha de qualquer dos seus órgãos para futuro transplante, penso que a família não tem o direito de impedir tal recolha em vista de um fim tão precioso e alto como é o bem de pessoas vivas. A posição oficial da Igreja Católica e da grande maioria das confissões religiosas é a favor dos transplantes, assim, também os homens da ciência, os eticistas, os psicólogos, os filósofos e qualquer outro grupo de empenho social geralmente se professa positivamente a favor dos transplantes de órgãos.
Pe. Edson Costa Galvão
TRANSPLANTE DE ORGÃOS!
Uma vida que se faz dom: o transplante de órgãos.
(1ª parte)
Noções e terminologia
Chama-se transplante de órgãos a operação cirúrgica pela qual se insere no organismo receptor um tecido obtido do doador. Os diversos tipos de transplantes podem se agrupar do seguinte modo:
Transplante autoplástico: é o transplante de tecidos do mesmo organismo, de um lugar a outro;
Transplante heteroplástico: é o transplante de órgãos de um organismo a outro. Esta, por sua vez, pode ser: homoplástico ou homólogo se o transplante se faz entre indivíduos da mesma espécie; autoplástico ou heterólogo se se faz entre indivíduos de espécie diferente.
Para uma avaliação ética mais justa, podemos distinguir nos transplantes homólogos: realizados de vivo a vivo ou de morto a vivo; de órgãos simples ou duplos, quer sejam vitais ou não vitais.
Princípios gerais
Principio de intangibilidade corporal: a esfera corpórea pertence essencialmente à realidade pessoal e, por isso, participa da dignidade e da indisponibilidade fundamental da pessoa humana. Assim, qualquer intervenção na integridade corporal é, ao mesmo tempo, uma intervenção na integridade pessoal.
Este principio, contudo, não é o único, mas deve ser devidamente complementado com os dois princípios seguintes:
Principio de solidariedade: sendo o homem um ser-com-os-outros, é exigência de uma comunidade que cada membro deva e possa dar a sua parte de custos pessoais para o bem de todo o grupo. E no âmbito destes custos pessoais pode entrar a dádiva de um órgão, desde que se não comprometa substancialmente a existência ou a integridade vital.
Principio de totalidade: embora o conceito já remonte a S. Tomás, o termo foi usado pela primeira vez por Pio XII. O principio de totalidade pode enunciar-se da seguinte maneira: dado que o organismo corporal é um todo, cada parte singular deve ser avaliada e interpretada à luz do organismo total. Em outras palavras: cada parte está ao serviço do funcionamento do organismo inteiro e, à luz desta perspectiva funcional, segue-se como conseqüência prática que, cada parte – membro , órgão, função – pode ser sacrificada quando tal é importante, necessário ou útil para o bem-estar de todo o organismo.
Para a aplicabilidade concreta deste princípio, Pio XII, numa alocução aos participantes no XXVI Congresso da Sociedade Italiana de Urologia, em 03 de outubro de 1953, respondendo diretamente à pergunta sobre a amputação das glândulas seminais com finalidade terapêutica, indicou três condições para legitimar uma intervenção na integridade corporal: - que a permanência dessa parte constitua um serio dano ou ameaça à saúde do organismo total; - que o mal resultante do órgão só se possa evitar mediante um intervenção na integridade corporal; - que as conseqüências negativas previstas com tal intervenção sejam razoavelmente proporcionais ao bem desejado.
A temática do transplante de órgãos tem causado um significativo debate sobre os valores fundamentais da existência humana: o sentido de doação, e lógico da visão da própria vida como um dom: o senso da solidariedade diante da dor e do sofrimento dos outros; o senso da compaixão e lógico da atenção aos problemas existenciais dos outros. (continua)
Pe. Edson Costa Galvão
segunda-feira, 9 de maio de 2011
IL SACERDOTE!
Quando si pensa che neanche la Santissima Vergine può fare quello che fa un sacerdote;
Quando si pensa che né gli angeli, né gli arcangeli, né Michele, né Gabriele, né Raffaele né principe alcuno di quelli che vinsero Lucifero può fare quel che fa un sacerdote;
Quando si pensa che nostro Signore Gesù Cristo, nell´ultima cena, realizzò un miracolo più grande della creazione dell´universo con tutti i suoi splendori, che consistette nel convertire il pane e il vino nel suo Corpo e nel suo Sangue per alimentare il mondo; e che questo portento, dinanzi al quale si inginocchiano gli angeli e gli uomini, può realizzarlo ogni giorno un sacerdote;
Quando si pensa all´altro miracolo che soltanto il sacerdote può compiere: perdonare i peccati, e che ciò che egli lega nel fondo del suo umile confessionale, Dio, obbligato dalle sue proprie parole, lega in cielo; e ciò che egli scioglie, Dio, nello stesso momento, scioglie;
Quando si pensa che l´umanità è stata redenta e che il mondo sussiste perché ci sono uomini e donne che si nutrono ogni giorno di quel corpo e di quel sangue redentori che soltanto un sacerdote può dare;
Quando si pensa che il mondo morirebbe per la peggior fame se venisse a mancare quel poco di pane e quelle goccie di vino;
Quando si pensa poi che ciò potrebbe accadere dal momento che mancano vocazioni sacerdotali; e che quando ciò accadrà tremeranno i cieli e precipiterà la terra come se la mano di Dio non la reggesse più; e i popoli urleranno di fame e di angoscia, e chiederanno quel pane, e non ci sarà chi glielo possa dare; e chiederanno l´assoluzione delle loro colpe e non troveranno chi le possa perdonare, e moriranno con gli occhi aperti per il più grande sgomento;
Quando si pensa che c´e più bisogno di un sacerdote che di un re, più che di un militare, che di un banchiere, che di un medico, o di un maestro, perché egli può sostituire tutti e nessuno lo può sostituire;
Quando si pensa che un sacerdote, quando celebra sull´altare, ha una dignità infinitamente più grande di quella di un re; e che egli non è un simbolo, e neanche un ambasciatore di Cristo, ma è Cristo stesso che sta lì a ripetere il più grande miracolo mai operato da Dio;
Quando si pensa a tutto ciò, uno comprende l´immenso bisogno di fomentare le vocazioni sacerdotali.
Uno allora comprende l´affanno con cui, nei tempi antichi, ogni famiglia bramava perché dal suo seno germogliasse, come un giglio profumato, una vocazione sacerdotale.
Uno allora comprende l´immenso rispetto con cui i popoli trattavano i sacerdoti, e ciò si rifletteva anche sulle leggi.
Uno allora comprende che il maggiore delitto che si può commettere è quello di impedire o di scoraggiare una vocazione.
Uno allora comprende che provocare un apostasia è come essere un altro Giuda, ed è come vendere Cristo un altra volta.
Uno allora comprende che se un padre o una madre ostruiscono la vocazione sacerdotale di un loro figlio, è come se rinunciassero ad un titolo di nobiltà incomparabile.
Uno allora comprende che più che di una chiesa, più che di una scuola, più che di un ospedale, è di un noviziato o di un seminario che abbiamo bisogno.
Uno allora comprende che contribuire per la costruzione o per il mantenimento di un seminario è moltiplicare le nascite del Redentore.
Uno allora comprende che aiutare economicamente nella formazione di un novizio o di un seminarista è appianare la strada per cui deve giungere all´altare un uomo che, durante mezzora ogni giorno, sarà molto più di tutti gli angeli del cielo, poiché sarà Cristo stesso, sacrificando il suo Corpo e il suo Sangue per alimentare il mondo.
Quando si pensa che né gli angeli, né gli arcangeli, né Michele, né Gabriele, né Raffaele né principe alcuno di quelli che vinsero Lucifero può fare quel che fa un sacerdote;
Quando si pensa che nostro Signore Gesù Cristo, nell´ultima cena, realizzò un miracolo più grande della creazione dell´universo con tutti i suoi splendori, che consistette nel convertire il pane e il vino nel suo Corpo e nel suo Sangue per alimentare il mondo; e che questo portento, dinanzi al quale si inginocchiano gli angeli e gli uomini, può realizzarlo ogni giorno un sacerdote;
Quando si pensa all´altro miracolo che soltanto il sacerdote può compiere: perdonare i peccati, e che ciò che egli lega nel fondo del suo umile confessionale, Dio, obbligato dalle sue proprie parole, lega in cielo; e ciò che egli scioglie, Dio, nello stesso momento, scioglie;
Quando si pensa che l´umanità è stata redenta e che il mondo sussiste perché ci sono uomini e donne che si nutrono ogni giorno di quel corpo e di quel sangue redentori che soltanto un sacerdote può dare;
Quando si pensa che il mondo morirebbe per la peggior fame se venisse a mancare quel poco di pane e quelle goccie di vino;
Quando si pensa poi che ciò potrebbe accadere dal momento che mancano vocazioni sacerdotali; e che quando ciò accadrà tremeranno i cieli e precipiterà la terra come se la mano di Dio non la reggesse più; e i popoli urleranno di fame e di angoscia, e chiederanno quel pane, e non ci sarà chi glielo possa dare; e chiederanno l´assoluzione delle loro colpe e non troveranno chi le possa perdonare, e moriranno con gli occhi aperti per il più grande sgomento;
Quando si pensa che c´e più bisogno di un sacerdote che di un re, più che di un militare, che di un banchiere, che di un medico, o di un maestro, perché egli può sostituire tutti e nessuno lo può sostituire;
Quando si pensa che un sacerdote, quando celebra sull´altare, ha una dignità infinitamente più grande di quella di un re; e che egli non è un simbolo, e neanche un ambasciatore di Cristo, ma è Cristo stesso che sta lì a ripetere il più grande miracolo mai operato da Dio;
Quando si pensa a tutto ciò, uno comprende l´immenso bisogno di fomentare le vocazioni sacerdotali.
Uno allora comprende l´affanno con cui, nei tempi antichi, ogni famiglia bramava perché dal suo seno germogliasse, come un giglio profumato, una vocazione sacerdotale.
Uno allora comprende l´immenso rispetto con cui i popoli trattavano i sacerdoti, e ciò si rifletteva anche sulle leggi.
Uno allora comprende che il maggiore delitto che si può commettere è quello di impedire o di scoraggiare una vocazione.
Uno allora comprende che provocare un apostasia è come essere un altro Giuda, ed è come vendere Cristo un altra volta.
Uno allora comprende che se un padre o una madre ostruiscono la vocazione sacerdotale di un loro figlio, è come se rinunciassero ad un titolo di nobiltà incomparabile.
Uno allora comprende che più che di una chiesa, più che di una scuola, più che di un ospedale, è di un noviziato o di un seminario che abbiamo bisogno.
Uno allora comprende che contribuire per la costruzione o per il mantenimento di un seminario è moltiplicare le nascite del Redentore.
Uno allora comprende che aiutare economicamente nella formazione di un novizio o di un seminarista è appianare la strada per cui deve giungere all´altare un uomo che, durante mezzora ogni giorno, sarà molto più di tutti gli angeli del cielo, poiché sarà Cristo stesso, sacrificando il suo Corpo e il suo Sangue per alimentare il mondo.
Bênção Irlandesa.
Bênção Irlandesa.
...que o caminho seja brando
a teus pés,
o vento sopre leve
em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre a tua face,
as chuvas caiam serenas
em teus campos.
E até que eu
de novo te veja,
que Deus te guarde
na palma de sua mão.
a teus pés,
o vento sopre leve
em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre a tua face,
as chuvas caiam serenas
em teus campos.
E até que eu
de novo te veja,
que Deus te guarde
na palma de sua mão.
NOSSA HOMENAGEM ÀS MÃES!
PEDAGOGIA MATERNA
Tudo o que sempre necessitei saber, aprendi com minha mãe.
Minha mãe me ensinou a apreciar um trabalho bem feito. “Se vocês querem se matar, vão lá para fora, pois acabo de limpar a casa”.
Minha mãe me ensinou religião. “É melhor você rezar para que esta mancha saia do tapete”.
Minha mãe me ensinou lógica. “Porque eu estou dizendo, e ponto final”.
Me mãe me ensinou ironizar. “Continua chorando, que vou te dar uma razão verdadeira para chorar”.
Minha mãe me ensinou o que é osmose. “Fecha a boca e come”.
Minha mãe me ensinou a ter força de vontade. “Você vai ficar sentado aí até comer tudo”.
Minha mãe me ensinou odontologia. “Se me responder de novo, quebro seus dentes”.
Minha mãe me ensinou retidão. “Fique alerta se não te ajeito com uma bordoada”.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
LITURGIA DIÁRIA!
DIA 04 - QUARTA-FEIRA ( 2ª SEMANA DA PÁSCOA)
(PREFÁCIO PASCAL, COR BRANCA)
LEITURA: AT 5, 17-26
SALMO: Sl 33
EVANGELHO: JOÃO 3, 16-21
(PREFÁCIO PASCAL, COR BRANCA)
LEITURA: AT 5, 17-26
SALMO: Sl 33
EVANGELHO: JOÃO 3, 16-21
EVANGELIUM VITAE (PARTE 2ª)
INFLUÊNCIA DO ENSINAMENTO DA ENCÍCLICA
Esta encíclica, sendo parte integrante do magistério papal, contém ensinamentos da doutrina católica, expressos em maneira influente, senão infalível. Mas contêm três argumentos que se exprimem em maneira mais solene sobre específicas questões de moral. A maior parte dos teólogos católicos considera o teor verbal direto e solene, avaliam estes três argumentos como pronunciamentos infalíveis, nos quais a Igreja, por meio do Papa, impregna o máximo grau a própria importância.
O primeiro argumento é sobre o homicídio:
“Portanto, com autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os Bispos da Igreja Católica, confirmo que a morte direta e voluntária de um ser humano inocente é sempre gravemente imoral. [...]” (EV 57).
O segundo é sobre o aborto:
“Diante de semelhante unanimidade na Tradição doutrinal e disciplinar da Igreja, Paulo VI declarou que tal ensinamento não é mutável é imutável (Humanae Vitae, 14). Portanto, com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os Bispos – que várias vezes condenaram o aborto e que na informação precedente, mesmo que dispersos pelo mundo, unanimemente informaram a cerca de tal doutrina – Declaro que o aborto direto, isto é, provocado como fim e como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente. Tal doutrina é fundamentada sobre a Lei Natural e sobre a Palavra de Deus escrita, e transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério Ordinário e Universal (Cf. Lumem Gentium 25)” (EV 62).
O terceiro é sobre a Eutanásia:
“em conformidade com o Magistério dos meus Predecessores e em comunhão com os Bispos da Igreja Católica, confirmo que a Eutanásia é uma grave violação da lei de Deus, enquanto morte deliberada, moralmente inaceitável de uma pessoa humana. Tal doutrina é fundamentada sobre a Lei Natural e sobre a Palavra de Deus escrita e transmitida da Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério Ordinário e Universal (Cf. Lumen Gentium 25)” (EV 65).
A maior parte dos teólogos católicos é de comum acordo no considerar infalível estes ensinamentos sobre a imoralidade do homicídio, do aborto provocado e da eutanásia.
Outros teólogos não aceitam a Infalibilidade, mas sustentam que estes ensinamentos não são exemplos de Infalibilidade Papal, antes, exemplos de Infalibilidade do Magistério Ordinário e Universal da Igreja (quando, isto é, todos os Bispos dispersos pelo mundo são de acordo no reter infalível certa doutrina). Segundo a Teologia Católica, um ensinamento do Magistério Ordinário e Universal é Infalível.
ISSO SIM É CULTURA!
Fragmento histórico
Publicação: 04 de Maio de 2011 às 00:00
Yuno Silva - repórter
O bairro Guarapes, zona Oeste de Natal, costuma ser lembrado nos noticiários locais por questões ligadas à segurança pública e tratamento de esgoto. No tocante à Cultura, o que chama mais atenção é a presença substancial de grupos de Hip Hop. Mas a região guarda uma edificação de fundamental importância para se entender a história comercial do Rio Grande: o Casarão dos Guarapes. Localizado na divisa entre Natal e Macaíba, às margens da BR-226, o bairro é dividido ao meio pelo rio de mesmo nome, nas proximidades do Potengi, e a antiga construção, que fica no alto da colina do lado de lá da fronteira municipal, foi testemunha de um período de grande movimentação e prosperidade ainda no século 18.
“O porto, que funcionou às margens do Rio Guarapes, ainda hoje navegável, escoava grande parte da produção de municípios próximos como São Paulo do Potengi, Ielmo Marinho, Santa Cruz, Serra Caiada e São Pedro para a capital. Também disputava com Natal em matéria de exportações: dali, Fabrício Pedroza enviava couro, algodão, cereais e açúcar para a Europa e outras partes do Brasil”, explicou Marcelo Augusto Medeiros Bezerra, secretário de Cultura de Macaíba. “Acredito que seja de extrema importância para a memória cultural do RN reocupar o Casarão dos Guarapes”, aposta.
O auge de funcionamento do porto, segundo Marcelo, foi entre os anos de 1860 e 1890: “Quando Fabrício Pedroza ficou doente e foi se tratar no Rio de Janeiro, onde faleceu, a rixa acirrada com comerciantes de Natal deixou o entreposto subutilizado. Na época, Pedroza movimentava, praticamente sozinho, o mesmo volume de mercadorias de todos os comerciantes que utilizavam o porto da Tavares de Lira, na Ribeira”, disse o secretário.
Vestígios
Do antigo porto não restou nada para contar história, mas as sólidas paredes do Casarão dos Guarapes, com pouco mais de 200 metros quadrados, onde funcionava a casa e o escritório de Fabrício Pedroza, reinam soberanas em meio ao terreno com nove hectares de área. “No momento, estamos fazendo um levantamento completo em busca de vestígios que possam revelar detalhes da construção. Precisamos saber quais os materiais utilizados na construção, a cor original das paredes externas, o revestimento interno, entre outros pontos, para elaborarmos um projeto de restauração”, informou o arquiteto especializado em Patrimônio, Paulo Eider Feijó, da Fundação José Augusto.
O arquiteto acredita que, pelo tamanho da área (nove hectares), o espaço cultural comporte outra atividade: “Além da necessidade de adequar as vias de acesso, temos terreno para erguer outro equipamento. Tudo isso vai depender da vontade política, das articulações entre o Estado e o município. Tem muita gente interessada que a restauração aconteça, e o prédio merece um cuidado especial pela simbologia histórica que carrega”, afirma Paulo Eider.
Questionada sobre os recursos, a secretária Extraordinária da Cultura, professora Isaura Rosado adiantou que os R$ 800 mil para iniciar a restauração estão garantidos dentro do orçamento do Governo do RN: “Após o relatório final com o projeto de restauração, vamos abrir, no segundo semestre, licitação para iniciarmos as obras. Mas ainda não temos o valor final do orçamento”, disse. Quanto à possibilidade de se construir outro equipamento cultural na área, Isaura informou que há planos: “Vamos avaliar todas as possibilidades”, conclui.
Acervo
Porém, sempre têm poréns nesses projetos, além da urbanização necessária no entorno (vias de acesso, estacionamento) e estruturação de apoio (banheiros públicos, quiosques para alimentação e centro de apoio ao visitante), fatores cruciais para potencializar o lugar como destino turístico, o acervo é o grande desafio a ser superado. Como e com o que vão preencher o Casarão dos Guarapes depois de restaurado? A sustentabilidade econômica é outra questão ainda não considerada.
Sobre a questão do acervo, Marcelo Bezerra disse que “a Secretaria de Cultura de Macaíba pode entrar com material (objetos, documentos e fotos antigas) sobre a cidade. Acredito que muita gente possa colaborar, inclusive da família de Fabrício Pedroza”, adianta.
Como o espaço funcionaria como uma espécie de memorial do comercio do RN, Marcelo disse que o Sistema Fecomércio pode ser parceiro do empreendimento. “Temos conhecimento desse projeto, mas sem detalhes. Posso adiantar que o Sistema Fecomércio (Federação, Sec e Senac) tem total interesse em ser parceiro”, informou Luciano Kleiber, assessor de imprensa da Fecomércio.
Em tempo: Fabrício Gomes Pedroza nasceu em Areia (PB), e em Macaíba casou com Damiana, filha do proprietário do sítio Cuité, que deu origem a Macaíba (o nome do município é inspirado na espécie de palmeira introduzida na área por Pedroza). Fabrício teve 32 filhos e foi o elo que ligou as tradicionais famílias Pedroza e Maranhão: ele é pai de Feliciana, que casou com Amaro Barreto. O casal teve três filhos: os ex-governadores Pedro Velho (1856-1907) e Alberto Maranhão (1872-1944), mais o aviador Augusto Severo (1864-1902). Além dos netos famosos, Fabrício era bisavô do também ex-governador Sílvio Pedroza (1918-1998) e tetravô do jornalista e empresário Augusto Maranhão.
fotos: divulgaçãoRuínas do casarão e antigo empório nos Guarapes, em Macaíba, estão sendo estudados para restauro e podem se transformar em futuro centro cultural
O bairro Guarapes, zona Oeste de Natal, costuma ser lembrado nos noticiários locais por questões ligadas à segurança pública e tratamento de esgoto. No tocante à Cultura, o que chama mais atenção é a presença substancial de grupos de Hip Hop. Mas a região guarda uma edificação de fundamental importância para se entender a história comercial do Rio Grande: o Casarão dos Guarapes. Localizado na divisa entre Natal e Macaíba, às margens da BR-226, o bairro é dividido ao meio pelo rio de mesmo nome, nas proximidades do Potengi, e a antiga construção, que fica no alto da colina do lado de lá da fronteira municipal, foi testemunha de um período de grande movimentação e prosperidade ainda no século 18.
Antigo entreposto comercial, o Casarão dos Guarapes, abandonado – segundo registros históricos – desde a década de 1940, era sede comercial do porto operado pelo comerciante paraibano Fabrício Gomes Pedroza. Propriedade do Governo Estadual, tombada no início dos anos 1990 pelo Patrimônio Histórico do RN, a edificação está sob os cuidados da Fundação José Augusto. Após décadas esquecidas no meio do mato, as ruínas passam por avaliação técnica para possível restauração: o objetivo é que se transforme em um centro cultural para abrigar acervo alusivo às atividades comerciais. A estimativa inicial é que sejam investidos R$ 800 mil na restauração.
“O porto, que funcionou às margens do Rio Guarapes, ainda hoje navegável, escoava grande parte da produção de municípios próximos como São Paulo do Potengi, Ielmo Marinho, Santa Cruz, Serra Caiada e São Pedro para a capital. Também disputava com Natal em matéria de exportações: dali, Fabrício Pedroza enviava couro, algodão, cereais e açúcar para a Europa e outras partes do Brasil”, explicou Marcelo Augusto Medeiros Bezerra, secretário de Cultura de Macaíba. “Acredito que seja de extrema importância para a memória cultural do RN reocupar o Casarão dos Guarapes”, aposta.
O auge de funcionamento do porto, segundo Marcelo, foi entre os anos de 1860 e 1890: “Quando Fabrício Pedroza ficou doente e foi se tratar no Rio de Janeiro, onde faleceu, a rixa acirrada com comerciantes de Natal deixou o entreposto subutilizado. Na época, Pedroza movimentava, praticamente sozinho, o mesmo volume de mercadorias de todos os comerciantes que utilizavam o porto da Tavares de Lira, na Ribeira”, disse o secretário.
Vestígios
Do antigo porto não restou nada para contar história, mas as sólidas paredes do Casarão dos Guarapes, com pouco mais de 200 metros quadrados, onde funcionava a casa e o escritório de Fabrício Pedroza, reinam soberanas em meio ao terreno com nove hectares de área. “No momento, estamos fazendo um levantamento completo em busca de vestígios que possam revelar detalhes da construção. Precisamos saber quais os materiais utilizados na construção, a cor original das paredes externas, o revestimento interno, entre outros pontos, para elaborarmos um projeto de restauração”, informou o arquiteto especializado em Patrimônio, Paulo Eider Feijó, da Fundação José Augusto.
O arquiteto acredita que, pelo tamanho da área (nove hectares), o espaço cultural comporte outra atividade: “Além da necessidade de adequar as vias de acesso, temos terreno para erguer outro equipamento. Tudo isso vai depender da vontade política, das articulações entre o Estado e o município. Tem muita gente interessada que a restauração aconteça, e o prédio merece um cuidado especial pela simbologia histórica que carrega”, afirma Paulo Eider.
Questionada sobre os recursos, a secretária Extraordinária da Cultura, professora Isaura Rosado adiantou que os R$ 800 mil para iniciar a restauração estão garantidos dentro do orçamento do Governo do RN: “Após o relatório final com o projeto de restauração, vamos abrir, no segundo semestre, licitação para iniciarmos as obras. Mas ainda não temos o valor final do orçamento”, disse. Quanto à possibilidade de se construir outro equipamento cultural na área, Isaura informou que há planos: “Vamos avaliar todas as possibilidades”, conclui.
Acervo
Porém, sempre têm poréns nesses projetos, além da urbanização necessária no entorno (vias de acesso, estacionamento) e estruturação de apoio (banheiros públicos, quiosques para alimentação e centro de apoio ao visitante), fatores cruciais para potencializar o lugar como destino turístico, o acervo é o grande desafio a ser superado. Como e com o que vão preencher o Casarão dos Guarapes depois de restaurado? A sustentabilidade econômica é outra questão ainda não considerada.
Sobre a questão do acervo, Marcelo Bezerra disse que “a Secretaria de Cultura de Macaíba pode entrar com material (objetos, documentos e fotos antigas) sobre a cidade. Acredito que muita gente possa colaborar, inclusive da família de Fabrício Pedroza”, adianta.
Como o espaço funcionaria como uma espécie de memorial do comercio do RN, Marcelo disse que o Sistema Fecomércio pode ser parceiro do empreendimento. “Temos conhecimento desse projeto, mas sem detalhes. Posso adiantar que o Sistema Fecomércio (Federação, Sec e Senac) tem total interesse em ser parceiro”, informou Luciano Kleiber, assessor de imprensa da Fecomércio.
Em tempo: Fabrício Gomes Pedroza nasceu em Areia (PB), e em Macaíba casou com Damiana, filha do proprietário do sítio Cuité, que deu origem a Macaíba (o nome do município é inspirado na espécie de palmeira introduzida na área por Pedroza). Fabrício teve 32 filhos e foi o elo que ligou as tradicionais famílias Pedroza e Maranhão: ele é pai de Feliciana, que casou com Amaro Barreto. O casal teve três filhos: os ex-governadores Pedro Velho (1856-1907) e Alberto Maranhão (1872-1944), mais o aviador Augusto Severo (1864-1902). Além dos netos famosos, Fabrício era bisavô do também ex-governador Sílvio Pedroza (1918-1998) e tetravô do jornalista e empresário Augusto Maranhão.
fotos: divulgaçãoRuínas do casarão e antigo empório nos Guarapes, em Macaíba, estão sendo estudados para restauro e podem se transformar em futuro centro cultural
terça-feira, 3 de maio de 2011
A REALIDADE DO NOSSO PAÍS!
A maioria dos brasileiros em situação de extrema pobreza é jovem, negra e nordestina
Publicação: 03 de Maio de 2011 às 14:13
A maioria dos brasileiros que vivem em situação de extrema pobreza é negra ou parda, jovem e vive na Região Nordeste. É o que mostra um mapa feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em dados preliminares do Censo Demográfico de 2010.
Com base em dados do IBGE e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), foi estipulado que famílias com renda igual ou inferior a R$ 70 por pessoa são consideradas extremamente pobres. O parâmetro será usado na elaboração do plano Brasil sem Miséria, a ser lançado em breve pelo governo federal.
Nessa situação de miséria encontram-se16,2 milhões brasileiros, o equivalente a 8,5 % da população do país, conforme o IBGE. Desse total, 70,8% são pardos ou pretos e 50,9% têm, no máximo, 19 anos de idade.
O mapa revela que 46,7% dos extremamente pobres vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.
Na Região Nordeste estão quase 60% dos extremamente pobres (9,61 milhões de pessoas). Em seguida, vem o Sudeste, com 2,7 milhões. O Norte tem 2,65 milhões de miseráveis, enquanto o Sul registra 715 mil. O Centro-Oeste contabiliza 557 mil pessoas em situação de extrema pobreza.
Quanto ao sexo, a miséria atinge mulheres e homens da mesma forma: 50,5% contra 49,5% respectivamente. No entanto, na área urbana, a presença de mulheres que vivem em condições extremas de pobreza é maior, enquanto os homens são maioria no campo.
A análise dos dados revela também que, além da renda baixa, a parcela da população em extrema pobreza não tem acesso à serviços públicos, como água encanada, coleta de esgoto e energia elétrica. Estima-se, por exemplo, que mais de 300 mil casas não estão ligadas à rede de energia elétrica.
“Quanto menor é a renda das pessoas, maior é a proporção de pessoas que não têm acesso ao abastecimento de água potável. Quanto menor a renda, maior a proporção da população que não tem banheiro exclusivo no domicilio. Na área rural a situação é mais recorrente”, afirmou o presidente do IBGE, Eduardo Nunes.
A Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirmou que o plano Brasil sem Miséria, que visa a acabar com a pobreza extrema no Brasil até 2014, será uma combinação de políticas de transferência de renda e de capacitação profissional com ampliação dos serviços ofertados pelo Estado.
“Não se trata de novos programas, mas um olhar para esse público. Não vamos fazer um chamamento, mas garantir que o Estado chegue a essa população”, disse a ministra, acrescentando que vários programas atuais serão mantidos, como o Bolsa Família.
O plano deve ser lançado em breve pela presidenta, Dilma Rousseff. Segundo a ministra, é possível erradicar a pobreza extrema nos próximos quatro anos. “É um esforço dos governos federal, estaduais e municipais. É uma força-tarefa”, disse. Tereza Campello explicou ainda que a renda familiar estipulada para definir a faixa de extrema pobreza será ajustada no decorrer dos anos.
Hoje, dos 16,2 milhões de extremamente pobres, 70,7% não têm rendimento nenhum (4,8 milhões de brasileiros). O restante (11,4 milhões) tem renda que varia de R$ 1 a R$ 70.
Fonte: Agência Brasil
Publicação: 03 de Maio de 2011 às 14:13
Com base em dados do IBGE e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), foi estipulado que famílias com renda igual ou inferior a R$ 70 por pessoa são consideradas extremamente pobres. O parâmetro será usado na elaboração do plano Brasil sem Miséria, a ser lançado em breve pelo governo federal.
Nessa situação de miséria encontram-se16,2 milhões brasileiros, o equivalente a 8,5 % da população do país, conforme o IBGE. Desse total, 70,8% são pardos ou pretos e 50,9% têm, no máximo, 19 anos de idade.
O mapa revela que 46,7% dos extremamente pobres vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.
Na Região Nordeste estão quase 60% dos extremamente pobres (9,61 milhões de pessoas). Em seguida, vem o Sudeste, com 2,7 milhões. O Norte tem 2,65 milhões de miseráveis, enquanto o Sul registra 715 mil. O Centro-Oeste contabiliza 557 mil pessoas em situação de extrema pobreza.
Quanto ao sexo, a miséria atinge mulheres e homens da mesma forma: 50,5% contra 49,5% respectivamente. No entanto, na área urbana, a presença de mulheres que vivem em condições extremas de pobreza é maior, enquanto os homens são maioria no campo.
A análise dos dados revela também que, além da renda baixa, a parcela da população em extrema pobreza não tem acesso à serviços públicos, como água encanada, coleta de esgoto e energia elétrica. Estima-se, por exemplo, que mais de 300 mil casas não estão ligadas à rede de energia elétrica.
“Quanto menor é a renda das pessoas, maior é a proporção de pessoas que não têm acesso ao abastecimento de água potável. Quanto menor a renda, maior a proporção da população que não tem banheiro exclusivo no domicilio. Na área rural a situação é mais recorrente”, afirmou o presidente do IBGE, Eduardo Nunes.
A Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirmou que o plano Brasil sem Miséria, que visa a acabar com a pobreza extrema no Brasil até 2014, será uma combinação de políticas de transferência de renda e de capacitação profissional com ampliação dos serviços ofertados pelo Estado.
“Não se trata de novos programas, mas um olhar para esse público. Não vamos fazer um chamamento, mas garantir que o Estado chegue a essa população”, disse a ministra, acrescentando que vários programas atuais serão mantidos, como o Bolsa Família.
O plano deve ser lançado em breve pela presidenta, Dilma Rousseff. Segundo a ministra, é possível erradicar a pobreza extrema nos próximos quatro anos. “É um esforço dos governos federal, estaduais e municipais. É uma força-tarefa”, disse. Tereza Campello explicou ainda que a renda familiar estipulada para definir a faixa de extrema pobreza será ajustada no decorrer dos anos.
Hoje, dos 16,2 milhões de extremamente pobres, 70,7% não têm rendimento nenhum (4,8 milhões de brasileiros). O restante (11,4 milhões) tem renda que varia de R$ 1 a R$ 70.
Fonte: Agência Brasil
segunda-feira, 2 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
A ORAÇÃO DE MAIO!
NESTE TEU MÊS, Ó MARIA, VENHO PEDIR-TE: INTERCEDE, JUNTO A DEUS PAI, PELAS MÃES - MARIA DAS FLORES E MARIA DAS DORES.
SABES E PROVASTE ESTE AMOR SEM MEDIDAS. OS DIAS DE UMA MÃE NÃO SÃO SEUS, E, SIM, DE SEUS FILHOS. TEU OLHAR ACOLHE, TEUS GESTOS PERDOAM. ÉS ESPELHO PARA TODAS AS MÃES. CONSOLA AS MÃES DESTE MUNDO, SECA AS LÁGRIMAS DAS MÃES DAS DORES: FILHOS PELOS CAMINHOS DAS DROGAS, DOS CRIMES. MÃES ABANDONADAS NOS ASILOS DA VIDA. ROGA A DEUS PELAS SOFREDORAS. JUNTO ÀS MARIAS DAS FLORES, CANTA DE NOVO TEU HINO: MAGNIFICAT. POR TUA PROTEÇÃO, CADA MÃE SE TORNE UM BÁLSAMO, UM NOME CONSOLADOR, NESTE VALE DE LÁGRIMAS!... SALVE, MÃE MARIA E TODAS A MÃES DESTE MÊS DE MAIO!
fonte: Frei Walter Hugo de Almeida, OFM
JOÃO PAULO II, BEATO!
Em clima de exaltação, Bento XVI proclama João Paulo II beato
Publicação: 01 de Maio de 2011 às 08:13 (Tribuna do Norte)
Bento XVI proclamou neste domingo, 1, beato seu antecessor, João Paulo II (1920-2005), em uma cerimônia na praça de São Pedro do Vaticano. Mais de um milhão de pessoas, de todo o mundo, estão no local, acompanhando com exaltação. É a primeira vez que um papa beatifica seu antecessor.
Dos 265 papas jáexistentes, apenas 78 foram declarados santosA beatificação foi proclamada por Bento XVI às 10h38 locais (5h38 em Brasília), enquanto os presentes à praça de São Pedro e às ruas e praças adjacentes romperam em aplausos que duraram vários minutos, enquanto soava uma música sacra. Os organizadores precisaram pedir recolhimento da multidão.
Entrada
O papa Bento XVI chegou ao local no papamóvel, precedido de dezenas de cardeais. Ao chegar, foi aplaudido pelos presentes. Entre os cardeais pesentes em Roma está Mieczslaw Mokrzycki, que foi secretário de João Paulo II.
Na cerimônia, Bento XVI utilizou o mesmo cálice que o antecessor usou durante seus últimos anos. Ele vestiu uma estola e uma mitra que pertenceram a João Paulo II. Na fachada principal da basílica de São Pedro foi exposto um retrato de tamanho gigante do novo beato, no qual se vê Karol Wojtyla sorrindo com a estola vermelha, em uma foto de 1995.
A proclamação aconteceu depois que o cardeal vigário de Roma, Agostino Vallini, acompanhado do postulador da causa, o monsenhor polonês Slawomir Oder, solicitou ao papa a beatificação. Na sequência, houve a leitura de uma biografia do primeiro pontífice polonês da história, nascido em Wadowice em 18 de maio de 1920 e morto em Roma no dia 2 de abril de 2005.
"Acolhendo o desejo do cardeal Agostino Vallini, nosso vigário geral para a diocese de Roma, de outros irmãos no episcopado e de muitos fiéis e após ter obtido o parecer da Congregação para a Causa dos Santos, com Nossa Autoridade Apostólica concedemos que o venerável servo de Deus João Paulo II, papa, de agora em diante seja chamado beato", foi a fórmula de beatificação pronunciada por Bento XVI.
O papa estipulou que a festa litúrgica do novo beato seja realizada em 22 de outubro, aniversário do começo de seu Pontificado (em 1978). De acordo com a rádio do Vaticano, o culto, que inicialmente será limitado a Roma e à Polônia, país do papa, poderá ser realizado também em outros locais, "a pedido dos responsáveis de outras dioceses".
* Fonte: Estadão
Entrada
O papa Bento XVI chegou ao local no papamóvel, precedido de dezenas de cardeais. Ao chegar, foi aplaudido pelos presentes. Entre os cardeais pesentes em Roma está Mieczslaw Mokrzycki, que foi secretário de João Paulo II.
Na cerimônia, Bento XVI utilizou o mesmo cálice que o antecessor usou durante seus últimos anos. Ele vestiu uma estola e uma mitra que pertenceram a João Paulo II. Na fachada principal da basílica de São Pedro foi exposto um retrato de tamanho gigante do novo beato, no qual se vê Karol Wojtyla sorrindo com a estola vermelha, em uma foto de 1995.
A proclamação aconteceu depois que o cardeal vigário de Roma, Agostino Vallini, acompanhado do postulador da causa, o monsenhor polonês Slawomir Oder, solicitou ao papa a beatificação. Na sequência, houve a leitura de uma biografia do primeiro pontífice polonês da história, nascido em Wadowice em 18 de maio de 1920 e morto em Roma no dia 2 de abril de 2005.
"Acolhendo o desejo do cardeal Agostino Vallini, nosso vigário geral para a diocese de Roma, de outros irmãos no episcopado e de muitos fiéis e após ter obtido o parecer da Congregação para a Causa dos Santos, com Nossa Autoridade Apostólica concedemos que o venerável servo de Deus João Paulo II, papa, de agora em diante seja chamado beato", foi a fórmula de beatificação pronunciada por Bento XVI.
O papa estipulou que a festa litúrgica do novo beato seja realizada em 22 de outubro, aniversário do começo de seu Pontificado (em 1978). De acordo com a rádio do Vaticano, o culto, que inicialmente será limitado a Roma e à Polônia, país do papa, poderá ser realizado também em outros locais, "a pedido dos responsáveis de outras dioceses".
* Fonte: Estadão
LITURGIA DIÁRIA!
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