sexta-feira, 29 de abril de 2011

SANTA CATARINA DE SENA, VIRGEM E DOUTORA DA IGREJA!

Catarina (Sena, 1347 - Roma, 29 de abril de 1380) uniu à profundidade da vida contemplativa uma incansável atividade. Mensageira de paz numa sociedade sacudida por vilentas rivalidades, engajou-se no retorno do Papa de Avignon para Roma, na solução do cisma do Ocidente, na reforma da Cúria Romana, na correção dos costumes, na assistência aos doentes e aos encarcerados. Seus escritos, entre os quais recordamos o "Diálogo da Divina Providência" e o Epistolário, sobressaem pela sabedoria, fervor da caridade e extraorddinária qualidade da linguagem. Paulo VI proclamou-a "Doutora" da Igreja em 4 de outubro de 1970.
Fonte: Missa Romano, Paulus. São Paulo, 1992. p. 574.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

LITURGIA DIÁRIA!

Leitura: At 3, 11-26
Salmo: 8
Evangelho: Lc 24, 35-48

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 35os discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. 36Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
37Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma. 38Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? 39Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
40E dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés. 41Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” 42Deram-lhe um pedaço de peixe assado. 43Ele o tomou e comeu diante deles. 44Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava con­vosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
45Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, 46e lhes disse: “Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia 47e no seu nome, serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48Vós sereis testemunhas de tudo isso”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

O EVANGELHO DA VIDA (PARTE I)

A Evangelium Vitae (estas duas palavras em Latim que quer dizer: O Evangelho da vida é uma Encíclica escrita pelo Papa João Paulo II para exprimir a posição da Igreja Católica sobre o valor e inviolabilidade da vida humana. Vem promulgada em 25 de março de 1995. Pelos temas abordados e pela complementação magisterial deste documento se liga diretamente com a Encíclica Humanae Vitae, escrita pelo Papa Paulo VI em julho de 1968.
Sumário de Encíclica:
O Índice da EV é assim estruturado:
- Introdução (n. 1-6)
- Capitulo I: “A voz do sangue de teu irmão grita no solo” – as ameaças atuais à vida humana (n. 7-28)
- Capítulo II: “Eu vim para que todos tenham a vida” – a mensagem cristã sobre a vida (n. 29-51)
- Capitulo III: “Não matar” – a Lei Santa de Deus (n. 52 -77)
- Capitulo IV: “Fizeram a mim” – por uma nova cultura da vida humana (n. 78-101)
- Conclusão (n. 102-105)
Panorama dos conteúdos:
“O homem é chamado a uma plenitude de vida que ultrapassa os limites da sua existência terrena, porque consiste na participação da mesma vida de Deus” (EV 2).
Através de uma panorâmica inicial sobre as ameaças à vida humana no passado e no tempo presente, a Encíclica oferece uma breve história da Sagrada Escritura que condenam a supressão da vida. À luz destas passagens bíblicas a Encíclica toma diretamente e faz uma analise de ações especificas, entre a quais o Aborto (que vem definido, citando Tertuliano, “um homicídio antecipado para impedir a qualquer um de nascer, EV 61) e a Eutanásia (que João Paulo II chama” preocupante perversão da piedade”, EV 66). A Encíclica condena também o uso da pena de morte no mundo contemporâneo, dado que não precisa” chegar à medida extrema para a supressão do réu se não em caso de absoluta necessidade, isto é, quando a defesa da sociedade não é possível. Hoje, porém, seguindo as organizações sempre mais adequadas da instituição penal, estes casos são muitos raros, senão, práticas inexistentes” (EV56).
A Encíclica analisa também fatores sociais e culturais, destacando a importância de uma sociedade construída em torno da Família, do que o desejo de uma maior eficiência e destacando também o empenho com os pobres e enfermos. (Continua...)

RESSURREIÇÃO!

" SENHOR, AO CAIR DA TARDE VOS PEDIMOS PARA PERMANECERDES CONOSCO. O DIA VOLTOU A SER LUZ! E AO PARTIR O PÃO APRENDEMOS A VIVER EM VÓS".

terça-feira, 26 de abril de 2011

A BIOÉTICA!

A Bioética

A Bioética nasceu do desenvolvimento da ciência médica, e de modo mais amplo, da rápida evolução da pesquisa cientifica em todos os campos.
A Bioética tem uma historia de trinta anos desde seu surgimento em 1971, nos EUA. Foi o Oncologista e Biólogo da Universidade de Wisconsin , Madison, na obra Bioethics, Van Rensselaer Potter que primeiramente cunhou a palavra Bioética.
O objetivo desta disciplina, dizia ele, seria de ajudar a humanidade em direção a uma participação racional, mas cautelosa, no processo da evolução biológica e cultural, como uma nova disciplina que combina conhecimento biológico com o conhecimento dos sistemas de valores humanos.
Potter escolheu “bio” para representar o conhecimento biológico, a ciência dos sistemas viventes, e “ética” para representar o conhecimento dos sistemas de valores humanos.
Definição: “Estudo sistemático das dimensões morais – incluindo  visão, decisão, conduta e normas morais – das  ciências da vida e do cuidado da saúde, utilizando uma variedade de metodologias éticas num contexto interdisciplinar” (Reich, 1995).
Fundamentação filosófica: Não se pode fazer Bioética seriamente se não se apoiar sobre um fundamento antropológico, antropologia no sentido filosófico, isto é, no sentido de um conhecimento da pessoa como sujeito na sua globalidade, filosofia humanista atenta em compreender a pessoa em todas as suas dimensões e, por isso, um humanismo o mais global possível.
Algumas características: Ela nasce num contexto cientifico como necessidade de proteger a vida humana diante de todas as inovações tecno-cientificas na área das ciências da vida.
Surge como um esforço interdisciplinar da parte de muitos profissionais da saúde. É uma busca participativa a partir dos diversos campos do saber biomédico e profissionais em geral com a participação de sociólogos, eticistas, biólogos, enfermeiros, psicólogos, juristas, teólogos etc., que unem seu esforços na investigação de valores humanos que inspirem seu trabalho.
Procura de maneira especial humanizar o ambiente das clínicas e hospitais em particular, bem como promover os direitos do paciente.
Trata de integrar a ética com as ciências biológicas.
De que se ocupa a Bioética? Podemos distinguir diversos campos de estudo. Eis  os principais:
Bioética fundamental. Estuda os fundamentos, isto é, os pressupostos de base, filosóficas, teológicas, biomédicas, biotecnologicas, jurídicas etc.
Bioética geral. Indica os princípios e  os métodos que justificam as afirmações da Bioética.
Bioética médica. É o campo mais estudado da Bioética  aquele que confronta novas fronteiras da biomedicina, da genética, da biotecnologia: da vida nascente à fase terminal, da fase embrionária à morte cerebral, da pediatria ao transplante de órgãos, da eutanásia à clonagem e a experimentação clinica. A Bioética médica se ocupa de problemas extremamente ligados à saúde e às enfermidades.
Bioética da alimentação, estudo interdisciplinar da qualidade da vida na problemática alimentar.
Bioética social. Trata do campo da vida que está em estreito contato com as organizações sociais e políticas.
Bioética ambiental. Despertar a consciência no homem sobre a biosfera e os ecossistemas.



Pe. Edson Costa Galvão

segunda-feira, 25 de abril de 2011

SANTA TERESINHA!

A vida de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face


     Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face, Santa Teresa de Lisieux ou apenas Santa Teresinha, nasceu em 2 de janeiro de 1873, em Alençon, França. Filha do relojoeiro Louis Martin e da artesã Zélie Guerin. Abraçou a vida religiosa, assim como suas cinco irmãs.
     Próximo de completar 15 anos, no final de 1887, Santa Teresinha entrou para o convento das Carmelitas, situado na cidade de Lisieux. Passou nove anos no convento, vivendo a mais intensa fé eclesiástica. Em abril de 1896, descobriu-se que ela estava com tuberculose. Santa Teresinha queria muito ir como missionária para a Indochina, mas sua saúde debilitada não lho permitiu. Nos últimos dezoito meses de sua doença, passou por difíceis momentos, vindo a falecer em 1897, aos vinte e quatro anos de idade.
     A santa dissera que uma chuva de rosas (bênçãos), cairia sobre a terra após a sua morte. E não demorou para os milagres começarem a aparecer. A cura de um seminarista em Lisieux em 1906 e a cura de uma religiosa nos Baixos Pireneus em 1919 são apenas dois dos vários milagres considerados indiscutíveis pela Igreja. Fato importante da vida de Santa Teresinha, com certeza, foi a sua inclinação aos escritos. Na autobiografia “Historia de uma alma”, é possível perceber a serenidade de sua alma em varias citações. Já debilitada pela tuberculose, não rejeitava qualquer sacrifício; continuava “a jogar para Jesus flores de pequenos sacrifícios”. Ainda escrevia conforme o convite do Evangelho, de se fazer pequeno como criança: “Eu havia me oferecido a Jesus Menino como brinquedo, e lhe havia dito que se servisse de mim, não como uma coisa de luxo, que as crianças se contentam em guardar, mas como uma pequena bola sem valor, que ele pudesse jogar na terra, empurrar com os pés, deixar em um canto ou também apertar contra o coração, quando isso lhe agradasse.
      “Numa palavra, queria divertir o Menino Jesus e abandonar-me aos seus caprichos infantis”.
Santa Teresinha se tornou um símbolo popular nos tempos modernos, porque defendia que a santidade pode ser alcançada por qualquer pessoa, mesmo que “seja obscura, humilde, sem talento e comum, por meio de pequenos atos e pelo desempenho das obrigações diárias, num aperfeiçoado espírito de amor a Deus”.
A fama de sua santidade e de seus milagres acelerou-lhe a canonização. Após ser beatificada, em 1923, recebeu a canonização, em 1925, sendo considerada a “Padroeira das Missões” pela sua armadura espiritual, sendo considerada também, Doutora da Igreja, em 19 de outubro de 1997.
Sua festa é celebrada no calendário romano no dia 1 de outubro.


QUANDO SI PENSA...

Quando si pensa che neanche la Santissima Vergine può fare quello che fa un sacerdote;
Quando si pensa che né gli angeli, né gli arcangeli, né Michele, né Gabriele, né Raffaele né principe alcuno di quelli che vinsero Lucifero può fare quel che fa un sacerdote;
Quando si pensa che nostro Signore Gesù Cristo, nell´ultima cena, realizzò un miracolo più grande della creazione dell´universo con tutti i suoi splendori, che consistette nel convertire il pane e il vino nel suo Corpo e nel suo Sangue per alimentare il mondo; e che questo portento, dinanzi al quale si inginocchiano gli angeli e gli uomini, può realizzarlo ogni giorno un sacerdote;
Quando si pensa all´altro miracolo che soltanto il sacerdote può compiere: perdonare i peccati, e che ciò che egli lega nel fondo del suo umile confessionale, Dio, obbligato dalle sue proprie parole, lega in cielo; e ciò che egli scioglie, Dio, nello stesso momento, scioglie;
Quando si pensa che l´umanità è stata redenta e che il mondo sussiste perché ci sono uomini e donne che si nutrono ogni giorno di quel corpo e di quel sangue redentori che soltanto un sacerdote può dare;
Quando si pensa che il mondo morirebbe per la peggior fame se venisse a mancare quel poco di pane e quelle goccie di vino;
Quando si pensa poi che ciò potrebbe accadere dal momento che mancano vocazioni sacerdotali; e che quando ciò accadrà tremeranno i cieli e precipiterà la terra come se la mano di Dio non la reggesse più; e i popoli urleranno di fame e di angoscia, e chiederanno quel pane, e non ci sarà chi glielo possa dare; e chiederanno l´assoluzione delle loro colpe e non troveranno chi le possa perdonare, e moriranno con gli occhi aperti per il più grande sgomento;

Quando si pensa che c´e più bisogno di un sacerdote che di un re, più che di un militare, che di un banchiere, che di un medico, o di un maestro, perché egli può sostituire tutti e nessuno lo può sostituire;
Quando si pensa che un sacerdote, quando celebra sull´altare, ha una dignità infinitamente più grande di quella di un re; e che egli non è un simbolo, e neanche un ambasciatore di Cristo, ma è Cristo stesso che sta lì a ripetere il più grande miracolo mai operato da Dio;
Quando si pensa a tutto ciò, uno comprende l´immenso bisogno di fomentare le vocazioni sacerdotali.

Uno allora comprende l´affanno con cui, nei tempi antichi, ogni famiglia bramava perché dal suo seno germogliasse, come un giglio profumato, una vocazione sacerdotale.
Uno allora comprende l´immenso rispetto con cui i popoli trattavano i sacerdoti, e ciò si rifletteva anche sulle leggi.
Uno allora comprende che il maggiore delitto che si può commettere è quello di impedire o di scoraggiare una vocazione.
Uno allora comprende che provocare un apostasia è come essere un altro Giuda, ed è come vendere Cristo un altra volta.
Uno allora comprende che se un padre o una madre ostruiscono la vocazione sacerdotale di un loro figlio, è come se rinunciassero ad un titolo di nobiltà incomparabile.
Uno allora comprende che più che di una chiesa, più che di una scuola, più che di un ospedale, è di un noviziato o di un seminario che abbiamo bisogno.
Uno allora comprende che contribuire per la costruzione o per il mantenimento di un seminario è moltiplicare le nascite del Redentore.
Uno allora comprende che aiutare economicamente nella formazione di un novizio o di un seminarista è appianare la strada per cui deve giungere all´altare un uomo che, durante mezzora ogni giorno, sarà molto più di tutti gli angeli del cielo, poiché sarà Cristo stesso, sacrificando il suo Corpo e il suo Sangue per alimentare il mondo.




[1] Traduzione all’italiano del testo di Hugo Wast, scritore e politico argentino, il cui vero nome fu Gustavo Martínez Zuviría (1883-1963). Laureato in diritto ed economia, accettò la carica di ministro di Giustizia ed Educazione pubblica a condizione che fosse introdotto l’insegnamento religiosa nelle scuole. Scrisse molte opere letterarie e di carattere religioso. 

Saúde do corpo e da alma!

SAÚDE DO CORPO E DA ALMA

Feito à imagem e semelhança de Deus, o corpo humano é postulado desde o princípio do texto bíblico como um território do sagrado (Gn. 1,26).
Estar em boa saúde significa estar em criação, em recreação, no gozo incessante do mundo e de si. Para a Tradição Judeu-Cristã, é o ser que ora e não sua cabeça. No Cristianismo, em particular, o corpo tem um papel decisivo na salvação e na cura do homem. O Verbo se fez carne, o Divino se fez humano, anulando a maior e mais original (no sentido do começo, fundamento) das dualidades, corpo e alma. O mesmo Senhor está vivo ontem e hoje. A salvação não se refere unicamente à “alma”, mas ao homem todo, em sua dimensão corporal. Nesse campo, os Evangelhos não prega a resignação, mas muito pelo contrário, a esperança. Estar com saúde significa sentir-se como criatura em criação, que se sente viva como num perpétuo nascimento.
Na Bíblia, em nenhum caso, a alma significa um ser puramente espiritual, independente do corpo. O homem é sempre uma unidade multidimensional e como tal deve ser tratado. “Paulo não apregoa a imortalidade e a eternidade da alma, que com a morte se separaria do corpo e continuaria sobrevivendo sem ele”. Para Paulo, o homem é sempre uma existência corporal e como tal permanece no mundo da Ressurreição. O homem inteiro – criatura de Deus – morre e chega, com a nova criação, à salvação divina (Conf. Mysterium Salutis. Compêndio de Dogmática. Vol. 3).
“Maimônides, na introdução de um capítulo sobre “a arte do tratamento médico para a alma” dizia:” A alma pode estar sã ou doente, exatamente como o corpo pode estar são ou doente. A saúde da alma consiste na sua condição e de suas partes fazerem sempre boas ações bem recebidas pelas pessoas e executarem ações nobres. A doença consiste na sua condição e de suas partes fazerem sempre coisas ruins e feias e executarem ações desprezíveis a saúde e doença do corpo são pesquisadas pela arte da medicina. Devido ao desvio de seus sentidos, pessoas com o corpo doente imaginam o amargo como sendo doce e o doce como sendo amargo. Têm ilusão de que o adequado é inadequado; têm forte desejo e grande prazer em coisas que não contêm prazer nenhum para os saudáveis e podem até ser dolorosas... Do mesmo modo, pessoas com alma doente, quero dizer, homens ruins e imperfeitos, imaginam coisas ruins com sendo boas e coisas boas como sendo más. O homem ruim sempre almeja extremos que na verdade são ruins. Por causa da doença de sua alma, imagina que são bons. Quando as pessoas não competentes na arte da medicina se conscientizam de sua doença, elas procuram os médicos... Aqueles com alma doente precisam procurar os sábios, que são os médicos da alma.” Corpo sadio não é sinônimo de homem são. Muitas pessoas, no término de graves enfermidades, apresentam uma saúde mental, espiritual e pessoal imensa. Outras, com uma saúde física invejável, são verdadeiros doentes mentais e espirituais. A doença não pode ser sempre entendida como castigo divino ou consequência de destino cósmico.

sábado, 23 de abril de 2011

RENUNCIEI! RENUNCIEI!

Renunciei! Renunciei a ter uma  esposa a quem dedicar minha vida, a ter filhos para educar, a ter uma casa para manter, a uma carreira na qual ocupar-me, tantas e tantas coisas e poderia pensar, desperdiçastes tua vida!!!
Porém não é assim. Quando se elege algo, o mais importante não é o que se renuncia, senão a opção que fazemos! Por isso, eu elegi por esposa: a Igreja; por filhos: muitos cristãos; por casa: onde Deus disponha e por carreira: a melhor vocação: a salvação das almas!
Obrigado Senhor pela vocação a que me chamastes.

Ressurreição!

"Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito!

SÁBADO SANTO: SEPULTURA DO SENHOR

Como a semente confiada à terra, Cristo "repousa" no sepulcro, à espera da Ressurreição. A Igreja vela junto ao túmulo do seu Senhor, participando do seu mistério; de fato, ela também espera a Ressurreição no último dia, o grande "dia do Senhor".